Salvador e Chapada Diamantina – roteiro de uma semana

Logo depois do mochilão que fiz na Europa, já comentei aqui no blog que fiquei com bastante vontade de visitar mais o Brasil, já que temos um país enorme, com belas atrações naturais e muito rico culturalmente.

Assim sendo, juntamente com mais amigos da república onde eu morava (a famosa Taverna), organizei uma viagem que agregasse esses dois tipos de atração. Primeiramente, começamos a viagem por Salvador, primeira capital brasileira, rica em história; e depois seguimos ao interior baiano, para visitar a Chapada Diamantina, que possui uma infinidade de belas paisagens naturais.

A viagem durou apenas uma semana (tempo que tínhamos disponível) e foi bastante completa. Após pegar um avião em São Paulo, passamos 3 dias em Salvador e alugamos um carro para ir à cidade de Lençóis, que utilizamos como base para explorar a Chapada Diamantina por 3 dias. Para se ter uma ideia da viagem, é só ver o mapa abaixo, onde destaquei os locais que visitamos na Chapada:

 

Salvador

Qual é a principal coisa que te vem à cabeça quando alguém menciona a capital baiana? Sempre que Salvador me vem à mente, imagino o Galvão Bueno na Copa do Mundo chamando o Olodum para tocar seus batuques e tambores. Essa visão simplista, porém, logo muda quando se visita a cidade.

Primeira capital do Brasil, Salvador é uma cidade muito rica, seja cultural, religiosa, gastronômica ou arquitetonicamente. Considerada o centro da cultural afro-brasileira, com cerca de 3/4 de sua população descendente de africanos, a capital baiana é uma mistura maravilhosa. Ali, 372 igrejas católicas convivem com vários centros de candomblé e inúmeros templos evangélicos. Além disso, não é incomum encontrar rodas de capoeira e barracas de acarajé no Pelourinho, o centro histórico da cidade, junto a casarões centenários e bastante europeizados.

Essa mescla é, com certeza, o maior atrativo soteropolitano. Entretanto, há muitas outras atrações que merecem ser exploradas em uma visita à Salvador. Vamos, então, aos principais pontos turísticos da cidade:

  • Pelourinho: considerado Patrimônio Histórico pela UNESCO e carinhosamente apelidado de Pelô, o centro histórico de Salvador é bastante simpático. Há vários casarões coloridos que abrigam lojinhas, restaurantes e bares entre suas ruas de paralelepípedo, que contrastam com as construções em estilo barroco português. Uma caminhada pelo local vale muito a pena e faz lembrar um pouco Lisboa, em Portugal. Único porém da visita: a falta de segurança e a limpeza deixam a desejar em alguns locais do Pelourinho. De qualquer forma, é um passeio obrigatório na capital baiana.
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O clássico Pelourinho: casarões coloridos, igrejas barrocas e suas inconfundíveis ladeiras com paralelepídeos.

  • Igreja do Nosso Senhor do Bonfim: nada resume tão bem o sincretismo religioso de Salvador como esta simpática igreja datada de 1745. Apesar de ser uma igreja católica, no candomblé o Nosso Senhor do Bonfim é o oxalá (pai de todos os orixás).  Essa mescla religiosa fica ainda mais evidente pelas fitinhas que são amarradas tanto em frente à Igreja, como no braço das pessoas, para ajudar a realizar pedidos dos devotos. Outra tradição que envolve a Igreja é a tradicional lavagem de suas escadarias, que ocorre anualmente em janeiro após uma procissão de 8 km e que é feita pelas baianas do candomblé.
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Igreja de Nosso Senhor do Bonfim, em Salvador. Bahia, com as fitas amarradas próximas à sua fachada.

  • Farol da Barra: construído em 1698, é o mais antigo farol das Américas e um dos grande pontos turísticos da capital baiana. Está localizado ao lado da praia de mesmo nome, que fica cheia de banhistas durante os fins de semana. Atualmente, o forte abriga o Museu Náutico da Bahia.
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Farol da Barra, em Salvador, Bahia.

  • Mercado Modelo: localiza-se na Cidade Baixa, logo em frente ao Elevador Lacerda. Ali, é possível encontrar souvenirs variados, incluindo roupas, artesanatos, cachaças e comidas típicas baianas. É um pouco pega-turista, mas é interessante para se ver algumas coisas da região.
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Fachada do Mercado Modelo, localizado bem em frente ao Elevador Lacerda.

  • Elevador Lacerda: foi por muito tempo o principal meio de ligação do Pelourinho, que fica no alto, com a Cidade Baixa, à beira da Baía de Todos os Santos. O percurso de 30 segundos dentro do elevador (que custa R$ 0,15) não possibilita uma vista da paisagem. A vista lá de cima, porém, é muito bonita, oferecendo um belo panorama da Baía e do Mercado Modelo.
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Elevador Lacerda visto de baixo, em Salvador, Bahia.

  • Igreja e Convento de São Francisco: com sua construção iniciada em 1708, esta igreja impressiona pela ostentação. Localiza-se no centro histórico da cidade e é toda forrada de ouro, do chão ao teto. A quantidade de detalhes, bem como a quantidade de azulejos no pátio externo (54.936, para ser mais exato) impressionam. É imperdível!
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Ao fundo, a belíssima Igreja de São Francisco, em Salvador, Bahia.

  • Estádio Fonte Nova: casa do tradicional Esporte Clube Bahia, o estádio (agora Arena) foi gourmetizado para realização da Copa do Mundo de 2014. Apesar disso, aproveitamos nosso tempo em Salvador para apreciar um grande jogo de futebol do campeonato baiano, na qual o Bahia enfrentou o todo poderoso JUAZEIRENSE. O jogo acabou em 3×0 para o Bahia e foi bem feio, mas valeu a pena para conhecer o estádio.
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Assistindo o grande jogo de Bahia 3 x 0 Juazeirense, na Arena Fonte Nova, em Salvador.

  • Rio Vermelho: bairro boêmio de Salvador, conta com vários barzinhos para se tomar uma cerveja gelada no final da tarde/começo da noite. Lá, também há várias barraquinhas de comidas típicas baianas, como o tradicional Acarajé da Cira, ponto de parada obrigatório no bairro. Entre os bares, destaco o Chupito, que serve shots variados a preços acessíveis, sempre com boa música.
  • Casa do Rio Vermelho: localizada na Rua Alagoinhas, número 33, este foi o local onde viveram os escritores Jorge Amado e Zélia Gattai por mais de 40 anos. Atualmente, a casa abriga um belo memorial, que conta a história do autor de Capitães da Areia, Gabriela, Cravo e Canela, Dona Flor e Seus Dois Maridos e muito outros clássicos da literatura brasileira. O museu conta com muitos objetos pessoais do casal, além de mais de 30 horas de vídeos e projeções. Vale muito a pena visitar o local. Recomendo fortemente!
  • Catedral Basílica: mais imponente igreja da cidade, foi erguida pelos jesuítas na segunda metade do século XVII. Não chega a impressionar tanto quanto à Igreja de São Francisco, mas também é bastante bonita, com destaque para seu teto em relevo.
  • Museus: além da casa onde viveu Jorge Amado e Zélia Gattai, Salvador ainda conta com diversos museus. Só para citar alguns, há o Museu de Arte SacraPalacete das Artes Rodin Bahia, que conta com estudos do escultor francês, Museu de Arte Moderna e inclusive o Museu Nacional de Enfermagem. Infelizmente, durante o tempo que passamos em Salvador, não pudemos visitar estes museus.
  • Barracas de acarajé: sem dúvida nenhuma, uma das grandes atrações de Salvador são as dezenas de barracas de acarajé, sempre feitos pelas baianas devidamente paramentadas. Tradicionalíssimas, elas vendem o quitute baiano (que nada mais é do que um bolinho de feijão frito) com vatapá, caruru, camarões e pimenta. É bastante forte, mas é uma delícia. Nessas barraquinhas, normalmente também se vende o abará, uma versão mais light do acarajé, já que a massa é cozida, em vez de frita.
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    Tradicionalíssimo acarajé, sem dúvidas o quitute baiano mais famoso.

    • O Cravinho: além das barraquinhas de acarajé, também destaco o bar O Cravinho, clássico bar localizado no centro de Salvador. Além de ter alguns pratos típicos baianos, o bar se destaca mesmo pela variedades de cachaças. A mais pedida se chama Chuveirinho e basicamente é uma mistura de todas as cachaças que o bar possui. Se estiver no Pelourinho, é um lugar que merece uma visita (e um shot)!
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    Todos muito felizes com o Chuveirinho do bar O Cravinho, que leva todos os tipos de cachaça imagináveis.

    Dica:
    Quando estivemos na cidade, nos hospedamos no ótimo Hostel Casa de Mainha, que possui preços imbatíveis, é bastante limpo e organizado e está a distâncias próximas dos principais pontos turísticos. Além disso, a proprietária, Isadora é muito simpática e sempre foi muito receptiva conosco, sempre nos ajudando quando precisamos e, inclusive, tomando umas com a gente. Gostei muito e recomendo o local!

    Chapada Diamantina

    Após 3 dias em Salvador, alugamos dois carros (já que estávamos em 8 pessoas) para seguir para Lençóis, cidade que escolhemos como base para explorar a Chapada Diamantina.

    O percurso, que soma pouco mais de 400 km, leva cerca de 5 horas e meia para ser realizado. Apesar de demorado, em grande parte do caminho as estradas são relativamente boas, então é uma viagem de certa forma tranquila. Nós optamos por ir de carro, pois nos possibilitaria explorar a Chapada sem depender de tours, bem como por ter um melhor custo-benefício mesmo. O valor saiu mais em conta do que pegar o ônibus que sai diariamente da capital rumo à Lençóis.

    Uma grande área da Chapada está localizada dentro do Parque Nacional da Chapada Diamantina, que engloba 152 mil hectares distribuídos em sete municípios baianos. Por conta do enorme tamanho, atrações não faltam num passeio ao local: é possível ficar por mais de um mês rodando entre as cidadezinhas e fazendo diferentes trilhas, conhecendo cachoeiras, vendo cânions e curtindo a Chapada.

    Nós, entretanto, devido ao tempo limitado, optamos por nos hospedar em Lençóis por 3 dias, explorando as atrações mais próximas dali que não demandavam guias, já que cada passeio com guia custa pelo menos entre 60 e 100 reais por pessoa. Assim, conseguimos explorar as coisas que mais nos interessavam, no nosso ritmo, sem muitos gastos. Vamos então aos pontos de destaque dos locais visitados na Chapada Diamantina.

    • Morro do Pai Inácio: distante apenas 26 km da cidade de Lençóis, este é um ponto obrigatório para quem visita a região da Chapada Diamantina. Para chegar ao local, basta uma trilha íngreme de pouco mais de 300 m, percorrida em cerca de 10 minutos. O visual lá de cima é absurdamente bonito, dando uma ideia da imensidão e beleza da região. É possível observar muitas formações e morros da Chapada. Vale muito a pena!
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    Morro do Pai Inácio, com sua deslumbrante vista da Chapada Diamantina.

    • Ribeirão do Meio: localizado também a alguns poucos quilômetros de Lençóis, é um grande tobogã natural, formado por uma cachoeira. No local, é possível, além de escorregar pela pedra, também se refrescar no rio. Local facilmente acessível e muito bonito.
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    Ribeirão do Meio e seu grande tobogã natural, onde é possível deslizar.

    • Serrano: entre todas as atrações naturais visitadas, é aquela mais próxima ao centro de Lençóis. Após uma caminhada de cerca de 15 minutos a partir do centro histórico, se chega a belas piscinas naturais. Continuando pelo caminho, se encontram também belas cachoeiras, como a Cachoeirinha e Cachoeira Primavera, ótimas para um banho, além do “salão de areias coloridas”. O passeio também inclui belíssimos mirantes e paisagens de tirar o fôlego. Para ir, seguimos um trilha através do wikiloc e foi bastante fácil. O trajeto de ida e volta a partir de Lençóis leva em torno de 3 horas apenas e não necessita de um guia.
      A partir desse passeio, pudemos descobrir o motivo do nome da cidade. A correnteza do rio que passa por ali forma espumas em certos pontos, o que teoricamente parece com lençóis. A partir dessa semelhança, a localidade foi apelidada desta forma.
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    A trilha do Serrano passa por cachoeiras e diversos outros trechos do belíssimo Rio Lençóis…

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    … e também oferece mirantes com vistas espetaculares.

    • Cachoeira do Mosquito: localizada a 1h30 de distância de Lençóis por meio de uma estrada de terra, esta cachoeira tem seu acesso pago. De qualquer maneira, é um ótimo investimento, já que visitá-la é um passeio de um dia todo, cujo visual é indescritível. Após parar o carro no estacionamento, ainda se leva cerca de uma hora para chegar ao fundo do vale, onde é possível observar a cachoeira de 60 metros de altura bem de perto, uma recompensa que vale a pena. Lá embaixo, dá para escolher entre se aventurar próximo à queda d’água ou somente relaxar em poços de água cristalina. É um passeio imperdível, com uma paisagem maravilhosa! Uma curiosidade: seu curioso nome remonta à época em que eram encontrados pequenos diamantes no solo, chamados de mosquitos pelos garimpeiros.
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    A belíssima cachoeira do Mosquito vista a partir do mirante.

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    Cachoeira do Mosquito, na Chapada Diamantina, vista de baixo. Local espetacular!

    • Poço Azul: localizado no município de Andaraí, já um pouco mais distante de Lençóis, o grande atrativo deste poço é a flutuação. Localizado dentro de uma caverna, o poço chega a 21 metros de profundidade e recebe feixes da luz solar, que iluminam o local e deixam a água com uma bela tonalidade azul. A atividade é realizada com colete salva-vidas e snorkel e dura cerca de vinte minutos. O lugar é de tirar o fôlego e cada minuto compensa. Uma curiosidade é que este poço é considerado o maior sítio paleontológico submerso do Brasil, tendo sido retirados fósseis de 14 espécies diferentes dali –  entre elas um preguiça gigante, que chegava a medir 6 metros de comprimento.
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    Flutuação no Poço Azul. Muito mais lindo pessoalmente, não há foto que mostre como o local realmente é.

    Lençóis

    Além dos atrativos naturais, a cidade de Lençóis também é uma atração à parte. Seu centro histórico, bastante preservado, remete ao século XIX, quando foram descobertas jazidas de diamantes na região – por isso o nome Chapada Diamantina.

    Com o declínio das jazidas no século passado, a cidade focou bastante no turismo, sendo a principal fonte de renda do município atualmente. Devido a isso, há uma infinidade de restaurantes, barzinhos, hotéis, pousadas e lojinhas no centro histórico de Lençóis, geralmente instalados nos seus casarões históricos, que dão um charme ao local.

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    O belo centro histórico de Lençóis, na Bahia.

    Caminhar pelo centro histórico é uma atividade obrigatória em Lençóis. Como recomendações, sugiro experimentar sucos de frutas nativas da região (e que não encontramos no Sudeste) em uma lojinha na rua principal da cidade, comer pastel de carne de jaca em uma pastelaria, provar um prato feito com a clássica carne de sol baiana em algum dos vários restaurantes da cidade e também experimentar um hambúrguer bastante econômico da lanchonete Ki-Lanche.

    Para tomar uma cerveja bem gelada, recomendo o famoso Bar das Estrelas, localizado na parte alta de Lençóis. Ali, além de litrão de Itaipava a 6 reais e doses de Paratudo, o dono também nos serviu alguns petiscos locais, como a famosa carne de sol. Se você quiser um local raiz, econômico e original para se embriagar, o Bar das Estrelas é O local para você!

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    Bar das Estrelas em Lençóis, Bahia: Itaipava no copo de requeijão. Mais raiz impossível…

    Como hospedagem, deixo como recomendação o Airbnb onde ficamos. Bastante próximo ao Bar das Estrelas, ficamos na Beth, uma senhora muito simpática que nos hospedou em sua casa. Ela foi sempre muito solícita e muito atenciosa conosco, nos oferecendo todas as manhãs um café da manhã maravilhoso, com muitas opções de comidas regionais. O link da casa da Beth pode ser acessado aqui!

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    Café da manhã na casa da Beth: hospitalidade muito boa.

    Visão Geral

    O combo de Salvador e, depois, Chapada Diamantina foi uma viagem sensacional.

    A capital baiana possui muitos encantos e a mistura cultural que se formou ali é muito rica. Além da culinária, que é de se tirar o chapéu, a mescla de religiões também é algo bastante impressionante. Somado a isso, há também bairros com locais bem legais para sair, como o Rio Vermelho. Pessoalmente, fui positivamente surpreendido por Salvador. Gostei bastante e voltaria de novo, talvez como base para visitar outros locais, como Morro de São Paulo.

    Mas não só Salvador deixou um gostinho de quero mais: a Chapada Diamantina também me surpreendeu muito e me deixou com vontade de conhecer outras de suas atrações. Muitas cachoeiras famosas, como a Cachoeira do Buracão e o Cachoeirão, ficaram de fora do nosso roteiro. Além disso, também teria vontade de fazer uma das travessias que guias oferecem na região. Há trekkings pelo Vale do Capão e pelo Vale do Paty que parecem sensacionais. Para este tipo de passeio, porém, é necessário um pouco mais de tempo (e dinheiro, já que é necessário contratar guias turísticos).

    De qualquer maneira, é uma viagem que recomendo muito. Em uma semana, dá para explorar tanto os pontos mais importantes da capital baiana, como alguns atrativos da Chapada Diamantina, sendo uma ótima maneira de escapar um pouco da rotina e conhecer novos lugares do nosso Brasilzão.

    Caso tenha alguma dúvida ou sugestão, só comentar abaixo! 🙂

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